Manelinho era um puto com ar ingénuo cabeça enorme que teve o azar de ser filho da professora isabel (que se saiba não foi professora de nenhum gaulês) e de um pai com ar de padre.
O manelinho tinha a cabela grande e um cabelo encaracolado curto e tinha de facto cara de mongol, mas o seu maior pecado era ser filho de quem era. O pai era um senhor que nadava variavelmente de sandalias e percorria as ruas do bairro à noite de mãos atrás das costas, falando sozinho com a sua pronúncia aos esses. Gostava genuínamente da rapaziada e nunca foi incorrecto nem autoritário com a canalha. Adorava animais e por vezes ficava deslumbrado pelo facto de ao primeiro assobio o cão de serviço aparecesse sabe-se lá de onde em obediência canina. Lá no fundo ele suspirava por preferir ter uma cadela em casa ao terror da mulher que tinha. Falava sempre em tom meigo e baixo e tinha todo o perfil dos padres de aldeia. e viu-se condenando ao inferno na terra. Tinha um ford escort branco e o mesmo jeito para conduzir que tinha o nosso rafeiro Traquinas.
Pajorix
Vivia numas águas furtadas, era mau como as cobras e tinha a mania que era capataz. Sempre de capacete branco na cabeça e botas cardadas nos pés ganhou a alcunha por causa do capacete e acredita-se que por debaixo do mesmo não existisse matéria cinzenta a menos que fosse cimento.
. Confrades
. A Gália